• Quarta-feira, 24 de Maio de 2017

Financiamentos de novos caem 7% no quadrimestre

17/05/2017 - 09:04 - Automotive Business - Foto: Divulgação
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O total de veículos novos comprados por financiamentos teve queda de 7% no acumulado de janeiro a abril, apontam os dados divulgados na terça-feira, 16, pela B3, fusão entre a BM&FBovespa e a Cetip, que opera o sistema nacional de gravames, cadastro das restrições financeiras de veículos. O total ficou em 338,2 mil unidades, entre leves e pesados, contra os 363,5 mil de iguais meses do ano passado.

Os comerciais pesados, que incluem caminhões e ônibus, exerceram a maior influência negativa sobre o resultado total ao encerrar o período com retração de 16,7% no volume de financiamentos, passando de 19,2 mil no primeiro quadrimestre do ano passado para pouco mais de 16 mil unidades neste ano. No segmento leve, que compreende automóveis e comerciais leves, a queda foi de 6,4%, para 322,2 mil veículos contra as 344,3 mil de um ano antes.

Por outro lado, os financiamentos de veículos usados refletem o bom momento deste mercado: nos primeiros quatro meses do ano, 985,2 mil unidades trocaram de donos, aumento de 13% na comparação com mesmo intervalo de 2016, quando a soma era de 873,4 mil, considerando leves e pesados.

Neste caso, o segmento de automóveis e comerciais leves segurou o resultado positivo ao anotar crescimento de 13,4% no acumulado. Foram 948 mil unidades sobre as 836 mil do ano anterior. Os pesados ainda sentem as dificuldades do mercado como um todo, mesmo nos usados, cujos financiamentos tiveram leve queda de 0,7%, para 37,1 mil caminhões e ônibus.

No setor de motocicletas, houve queda de 10,8% no financiamentos das motos zero quilômetro, para 195,1 mil unidades, enquanto as usadas tiveram aumento de 34,8%, para 42,2 mil.

Nos dados da B3 são incluídas todas as modalidades de financiamento. O CDC – crédito direto ao consumidor – foi responsável por 82,5% das transações realizadas no acumulado do ano até abril, incluindo motocicletas. Os consórcios representaram 15% dos negócios, enquanto leasing (arrendamento mercantil) não passou de 1%.

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