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Novo motor da Suzuki Hayabusa GSX1300R beira os 200 cv

17/10/2007 - 09:51 -
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A Hayabusa GSX-1300R conquistou milhares de fãs em todo mundo desde o seu lançamento mundial há alguns anos. Com nome inspirado em uma das mais rápidas espécies de falcão do mundo, a Hayabusa fez história por ultrapassar a barreira dos 300 km/h. A pouco tempo a Suzuki finalmente apresentou em Roma, Itália, a versão 2008 da cultuada superesportiva com muita tecnologia de ponta.

Seu motor ficou maior. Passou de 1.299 cm³ para 1.340 cm³. O propulsor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas, DOHC, ainda teve as câmaras de combustão redesenhadas para aumentar em 11% a eficiência na queima da mistura. Sem falar no novo sistema de alimentação com dois bicos injetores por cilindro.

 As válvulas e os cilindros também mudaram, resultando em uma taxa de compressão maior: 12,5:1. Apesar de não divulgada oficialmente, a potência máxima deve chegar a 198 cv – um aumento de cerca de 25 cv em relação ao modelo anterior, que tinha 172 cv.

Outra grande novidade foi a adoção do Suzuki Drive Mode Selector (S-DMS). Trata-se de um seletor do modo de funcionamento do motor, que controla diversas funções (como na B-King). Há três opções: no modo “A” o motor trabalha com força total e entrega toda a potência; no “B”, a entrega de potência é diminuída em baixas rotações, ideal para circuitos travados; já no modo “C” mantém pouca potência em médios e baixos regimes, mas o motor pára de entregar mais potência acima das 8.000 rpm, bastante útil em piso molhado. É o mesmo sistema utilizado nas motos de competição e que também já equipa a Suzuki GSX-R 1000 K7.

No drivetrain deste falcão sobre duas rodas há ainda um câmbio de seis marchas. Em conjunto foi instalada uma embreagem “anti-travamento” com limitador de torque para suavizar os trancos na redução de marchas.

A Suzuki têm se mostrado muito eficiente nas atualizações de seus modelos, na Hayabusa ficou bem visível isso. O farol continua uma peça única, mas com desenho renovado. A carenagem ganhou novas entradas de ar e um coeficiente de atrito menor para melhorar a penetração aerodinâmica. O tanque também foi posicionado mais embaixo para permitir ao piloto se esconder atrás da bolha.

Os freios dianteiros trazem modernas pinças, fixadas radialmente, que mordem dois discos de 310 mm – menores, porém mais eficientes que na versão anterior, garante a Suzuki. Na traseira o disco de freio ficou maior – 260 mm de diâmetro com pinça de um pistão. As rodas também foram redesenhadas e são calçadas com pneus Bridgestone BT-015 de alto desempenho. Tudo para “suportar” mais potência do novo motor e garantir a dirigibilidade, um dos pontos altos do modelo.

O piloto, além de poder se esconder melhor sob a bolha, que conta com um novo painel de instrumentos. Com quatro mostradores analógicos, ele traz velocímetro, tacômetro, marcador de combustível e de temperatura. Conta ainda com indicador de marcha engatada e a indicação do S-DMS escolhido.

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