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Suzuki GSX-R1000 2017 está quase pronta

04/12/2015 - 10:15 - Aldo Tizzani / Agência INFOMOTO - FOTOS: Divulgação
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Todas as marcas de motos – japonesas e europeias – evoluíram suas esportivas, que a cada dia estão mais potentes e recheadas de eletrônica. Bons exemplos não faltam: BMW S 1000RR, Yamaha YZF-R1, Kawasaki ZX-10, além da Ducati Panigale 1299. Porém, um modelo nipônico parece ter despertado de um sono profundo: a Suzuki GSX-R1000. A nova versão da carismática esportiva, que foi apresentada como conceito no Salão de Motos de Milão em novembro passado, está quase pronta. A marca promete para 2017 ter a esportiva mais leve e potente da categoria.

Agressiva esteticamente e equipada com o que há de mais moderno em termos de tecnologia, soluções ciclísticas e peças de grife, a GSX-R1000 terá um motor de quatro cilindros em linha de 999cc e refrigeração líquida. O propulsor, segundo a marca, contará com um conjunto de soluções concebidas e integradas para aumentar a potência máxima sem penalizar torque. Essa otimização de desempenho se deve pela introdução do comando de válvulas variável, desenvolvido para as motos de competição da categoria MotoGP. Atualmente, o sistema de válvulas variável é utilizado nas italianas Ducati (Multistrada 1200 e XDiavel). Ou seja, GSX-R1000 será a primeira superesportiva a adotar o comando variável.

Para respostas mais rápidas e eficientes – principalmente em altas rotações –, o propulsor terá também o auxílio de um novo sistema de injeção eletrônica (S-TFI). Segundo a Suzuki, com a utilização de materiais mais nobres e, consequentemente mais leves, o peso e as dimensões do motor diminuíram em comparação ao que está em linha. 

Para obter alto desempenho, aliado a um maior controle da cavalaria – de cerca de 200 cv de potência, dados não confirmados pela Casa de Hamamatsu – , a nova GSX-R1000 terá um completo conjunto eletrônico que incluí quatro opções de mapeamento do motor e controle de tração em 10 níveis. Além de quickshifter e controle de largada.

Chassi e ciclística

O quadro em alumínio de dupla trave superior está em perfeita harmonia com o braço oscilante que prende todo o conjunto traseiro. Na dianteira grandes discos duplos com pinça de fixação radial e garfos com sistema de amortecimento pressurizado, que oferece múltiplas regulagens. Na traseira, disco simples e monoamortecedor também pressurizado, que garante mais precisão ao copiar a pista. De quebra, sistema de freios ABS controlados eletronicamente. Detalhe: os freios são da Brembo e as suspensões Showa.

Para tentar esconder outros detalhes de como será a versão final, a carenagem da nova superesportiva da Suzuki segue praticamente a mesma identidade visual das motos usadas pela dupla Paul Espargaró e Maverik Viñales da Equipe da fábrica no MotoGP. Mais afilada e compacta – porém com as tradicionais entradas de ar – a dianteira agrega além de faróis, lanternas e piscas de LED. Agora, o que nos resta, é esperar para a nova superesportiva da Suzuki ser finalizada e apresentada de forma oficial. Pelo que tudo indica, a marca acordou e segue na direção certa.

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